Hello Guys! Nossa quanto tempo heim, hoje eu vim trazer do meu outro e antigo blog que está sendo excluído, um trecho de um livro que estou fazendo, uma espécie de Fanfic do Louis Garrel, no qual me inspiro em imagens dele de filmes para criar minha história. Declarando que sou fã de carteirinha de Garrel e já vi quase todos os seus filmes, os que ainda não vi é porque não encontrei mesmo. (Chorei;/).
Sem mais delongas, vamos ao trecho da minha obra de romance erótico bem leve...


Trecho do livro


Eu estava ali, confesso que um pouco triste ainda, meu coração estava apertado, como se ao meu lado não houvesse nada que não fôssemos apenas nós dois. Reparei em seus cabelos bagunçados, como sempre. O tom castanho e o ondulado se ajustavam perfeitamente ao seu tom de pele. Sua boca de lábios finos e sorriso gigante pareciam luz na escuridão quando ele sorria. Ele não era muito de sorrir, acho que carregava muitas mágoas em seu coração, ou talvez simplesmente acreditasse que esse mundo não vale a pena.
Na mesa um drinque nada comum, eu não costumava beber conhaque. Pelo menos, não em uma quarta-feira e não uma dose tão cara.  Tudo parecia tão perfeito e quando ele me jogava aquele olhar enigmático eu sentia minhas pernas tremerem. O que será que ele quer de mim? Quer me enlouquecer? Por que se for isso, ele está conseguindo.
- Um doce por seus pensamentos – Ele disse levantando uma leve curva em seus lábios vermelhos.
Eu sorri.
-Um pensamento por um doce? Parece justo. – disse brincando – Estou pensando em como a vida pode ser...Em como alguns momentos poderiam ser... Congelados para sempre. Isso, essa é a palavra. Congelados. Um controle gigante onde fosse apertado o PAUSE e eu nunca mais saísse do seu lado, aqui neste lugar tão calmo e rústico - passei minhas mãos suavemente em seu rosto- por incrível que pareça eu me sinto em casa.
A leve curva em seus lábios agora eram linhas retas que não expressavam nada que se passava em seus olhos.
-Minha casa é ao seu lado, mademoiselle. – Pegou minha mão que estava por cima da mesa e beijou-a com uma suavidade estonteante. – E o conhaque ajuda não é mesmo? – Brincou- Claro não é nenhum Le Voyage de Delamain, mas já está bom.
Não contive o riso.
-Ora, desse jeito até penso que o conhaque é melhor companhia que eu.
- Jamais trocaria uma dama tão linda e interessante por uma bebida tão forte e sem graça. Ele apenas ajuda a manter o controle. Por falar nisso, as curvas de seus seios estão muito convidativas e eu ia aproveitar para convidá-la a me acompanhar até meu apartamento.
- Um doce por suas intenções. – Retruquei com as sobrancelhas arqueadas em um olhar de desconfiança.
-Pague para ver, minha cara mademoiselle.

Levantamos e fomos embora. Andamos pelas ruas como dois desesperados apaixonados, ansiosos por chegar em seu apartamento e ter uma noite extasiante, explorar nossos corpos de todas a maneiras possíveis e nos derreter em um mistura de prazer e satisfação. Eu amava quando suas mãos acompanhavam minhas curvas e como ele se encaixava dentro de mim. Os movimentos mais fortes me faziam crer que ele era o homem da minha vida, o homem pela qual toda mulher sonha. Carinhoso e fiel, sexy e quente. Muito quente.

La Frontière de l'aube de Philippe Garrel (2008)
La Frontière de l'aube de Philippe Garrel (2008)

Gostaram? Deem sugestões! 


Ah lembrando que o blog voltou com seu domínio antigo, pois venceu minha assinatura e eu não achei que compensava renovar. Isso fica para outro post... Agora somos o MODA PONTO BOHÉME!


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...heterossexualismo. O que faz você é seu caráter e não sua opção sexual!

Olá gente, tudo bem? Bom, hoje eu vim falar sobre um assunto que eu acho que ainda hoje em dia, em pleno século XXI, ainda é tabu para muitas pessoas.
O que dizer sobre homossexualismo? A definição é clara, pessoas que se interessam sexualmente pelo mesmo sexo. Quando eu falo sexualmente, eu quero apenas me referir à condição de ser namorar, noivar, casar com pessoas do mesmo sexo, não estou dizendo de maneira nenhuma que eles só se interessam por sexo. Aliás, é aí que eu acredito estar a dúvida de muitas pessoas... Temos tantos veículos comunicativos que ao invés de cultivar o homossexualismo como uma opção normal, apenas cria nas pessoas um sentimento de vulgaridade quanto ao homossexual.
Em tempos de ditadura de moda e de beleza, de copa do mundo, protestos, banalização de valores, logomanias e preconceitos, temos no ar uma novela que retrata claramente a homossexualidade como algo natural,aceitável e romântico. Nada de vulgaridade que mascara o verdadeiro sentido de se amar alguém, independente de ser homem ou ser mulher, seres humanos se completam e se buscam para essa completude, onde toda forma de amar deveria ser defendida e aceitada. Levando em consideração que (segundo o dicionário) amor é um sentimento que induz a aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou atração, heterossexualidade não é sinônimo de comunhão e de valores, a índole de uma pessoa não é medida por sua sexualidade, mas por seu caráter e sua infindável capacidade de exercer ações e pensamentos sobre outras pessoas, positiva ou negativamente.


O homossexualismo já está conquistando seu lugar no mundo (apesar de SEMPRE ter existido, inclusive no reino animal), certas atitudes estão sendo tomadas pela defesa do direito do cidadão ter a opção sexual que bem desejar, afinal de contas isso não interfere nas suas obrigações com o cumprimento de leis e respeito ao próximo! O homossexual está conquistando seu direito de casar, adotar filhos e criá-los como uma família típica e heterossexual. Há pouco tempo tivemos inúmeras manifestações a respeito da cura gay, que se baseava em um projeto que estava sendo aprovado para que se anulasse uma resolução do CFP que dizia que os psicólogos não poderiam tratar a homossexualidade como doença e estudá-la. Dai veio essa idéia de que a homossexualidade poderia ser curada através de tratamentos, terapias e etc... O que você pensa a respeito disso? Muitas pessoas foram taxativas ao fazer protestos e deixaram claro que ser homossexual não é doença, é uma forma de amar. 


Eu, em minha humilde opinião acredito que ser homossexual é lutar pelo amor, pela completude de se encontrar alguém que faça bem e queira estar ao seu lado por toda a vida, jamais uma doença. E se algum Conselho provar que seja uma doença, um desiquilíbrio hormonal ou problemas psíquicos, torço de coração para que NUNCA HAJA CURA! Não existe nada mais lindo que o amor, e é justa toda forma de amar.


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eu me sinto meio sei lá...
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Sei lá. É assim que começo o meu texto hoje. No inverno meio vazio. Acho que o termo meio vazio nem sequer existe. Ou uma coisa está vazia ou não está.  E eu estou. Completamente. Sempre escrevo na terceira pessoa, falando sobre sentimentos e nunca sobre mim. Eu aprendi a não mencionar meu eu, e isso me sufoca. Tenho aprendido que a sociedade molda as pessoas, que deixam de ser quem realmente são para se adequar ao comum. A rotina nos faz esquecer quem somos de verdade e com isso sempre vão aparecendo sintomas do sumiço da nossa identidade. Depressão, frustração, incertezas e medo do amanhã. Eu acho que o maior medo do ser humano é passar pela vida sem que tenha contribuído o mínimo necessário para sua própria felicidade. Ás vezes é complicado ser feliz apenas aos fins de semana, quando normalmente estamos tão cansados que dormir parece um ótimo programa a se fazer. Eu fico pensando como é a vida dessas pessoas que arriscam. Arriscam tudo para ser feliz. Abandonam empregos, abandonam costumes, abandonam muitas vezes suas próprias casas. Eu gostaria de ser assim, talvez eu seja assim e apenas estou reprimida e adormecida dentro do que me tornei.  Não vou esperar até segunda feira, como dietas. Não vou marcar pra mês que vem. Porque ser comum e ordinária, se já não basta esse mundo comum? Já não basta os esteriótipos me dizendo a todo momento quem eu devo lutar para ser? Me dizendo que eu não sou e nunca serei boa o suficiente? Não é isso que quero. Não preciso disso e nem mereço viver nesse limiar entre a loucura e a razão. Dentre todos os sorrisos, gestos, etnias e crenças, não há ninguém no mundo como eu e não posso me deixar anestesiar. Os sonhos ruins devem passar um dia. Pessoas ruins também. É melhor ser apontada pelos dedos dos outros, do que pelos  próprios dedos da nossa mão. Estar certo ou errado é questão de ponto de vista. Não posso deixar que ninguém enxergue por mim!

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 Fotos: Janderson Pires
Olá gente, tudo bem? Hoje estou passando para apoiar uma super campanha que vai contra todas as bitoladas de plantão: Eu não tenho que ser gostosa pro verão, o verão é que tem que ser gostoso para mim. Achei o máximo essa campanha e acho que muitas mulheres se identificam, apesar de eu não estar gorda, estar apenas no sobrepeso eu já me vi muitas vezes jogando os biquines no fundo da gaveta e evitando aquele sítio, aquele clube e aquela cachoeira divina que se encontra aqui pelos cantos de Minas Gerais por que não estou mais nos meus 50 KG. 

"Somos atrizes, somos formadoras de opinião.Com o espaço que temos conquistado na TV, passamos a ocupar um lugar muito importante de referência pra autoestima de muitas mulheres! Mulheres reais, sem silicone, com estria, com celulite... mulheres que antes não se viam representadas nas novelas e agora se vêem. Não podemos negligenciar esse papel social. Vivemos num país onde o sol arde em praias lindíssimas e que tem mais de metade da sua população no sobrepeso. É inadmissível que dentro desse panorama ainda haja publicações dizendo que mulheres gordas pra serem "vencedoras na praia" devem usar quase burca ou se enterrarem na areia pra que ninguém note seus kg a mais. Quantas adolescentes anoréxicas, bulímicas, neuróticas, deprimidas essas revistas preconceituosas estão criando? Não podíamos ficar omissas a isso, então eu, Cacau Protásio, Fabiana Karla e Simone Gutierrez nos unimos pra lançar uma campanha de autoestima. Não se trata de apologia à obesidade, é apenas um grito por liberdade e, principalmente, por respeito. Compartilhe essa ideia! 
Não é a gente que tem que ser gostosa pro verão, é o verão que tem que ser gostoso pra gente! Saúde sim, neurose não. A tendência da estação é o amor-próprio! Cangas ao alto! Manifesto pelo respeito às diferenças!"

*Achado no facebook.

Por isso mesmo somos brasileiras, somos todas garotas de Ipanema cada qual sendo a delícia de ser o que é... Simples assim!


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Olá galera, passando rapidinho para desejar um feliz Natal a todos vocês! Que o Papai Noel do Céu possa nos abençoar cada vez mais com seu abraço acolhedor e cheio de amor! Renove suas esperanças, acredite no nascimento do filho de Deus, independente de religião tenha em mente essa religiosidade tão importante e necessária nesse mundo caótico em que vivemos, jamais perca a fé nos seus sonhos e acredite ser capaz de ir até onde quiser! Que o céu seja o limite para você e que você esteja sempre acolhida e aconchegada no colo de Deus. Porque uma coisa na vida é realmente engraçada, quando você menos espera acontecem coisas que você jamais imaginou acontecer em todas as vezes que você andou esperando.

Acredite na magia do natal!

Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.
Cora Coralina


Sim, eu quis parar. Quis parar de diversas formas, parar para recomeçar, parar para nunca mais nem mesmo aqui entrar! Quis dar um stop para me focar em outras perspectivas. Tive medo da dedicação vã, tive medo de nunca sequer ser entendida, ou reconhecida ou simplesmente aceita nesse meio. Há dois anos eu tenho esse blog e pela primeira vez eu pensei em desistir de verdade. Pensei, sim pelos esforços incansáveis, pelos retornos tão tardios, pela busca contínua em trazer novidade, conhecimento ou simplesmente uma descontração. Quis sair por medo das leitoras infiéis, por medo de me dedicar tanto e nunca ter meu reconhecimento, e não falo de fama, falo de uma palavra amiga, que me diga: Sim, você é capaz! Tive medo das escolhas erradas de aqui chegar e por não conseguir parar, me aprisionar para sempre em uma mão de via única, em que eu nunca chegaria a lugar nenhum. Tive medo de ser razoável, de ficar na mesmice, de nunca me impulsionar para frente, então decidi, é parar ou me empenhar. 
Sim, não pense que é fácil, você que ainda está começando ou você que não sabe o que é isso. Tem que ter AMOR, paixão pelo que se faz, senão você não continua. Não por fraqueza, mas por incertezas que apesar de tantos prós que nunca parecem chegar até nós, há muitos contras. Leve com fé e raça o que você decidir fazer, faça o melhor que puder, não em uma disputa, mas em um merecimento, sim você merece ser o melhor que puder ser. Por isso, aqui estou eu, entre essas linhas, ora tortas e vazias, ora tão cheias de mim. Venho por aqui dizer, que apesar de meter a cara no muro e talvez, nunca chegar a lugar nenhum, eu não desisto. Estou fazendo minha parte, tentando aprender o que der e entendendo que não posso exigir muito de mim mesma, há profissionais qualificados para me auxiliar, eu somente tenho que rever os prós e os contras e me dedicar. Essa foi a conclusão, depois de perder horas de sono, procurando formas de ser o que me exigiria uma qualificação. Não sou jornalista, não sou otimizadora de sites, não sou a fera do web marketing e nem mesmo sou o que muitas vezes quis parecer ser, sou apenas eu. Uma secretária, futura pedagoga que um dia se apaixonou perdidamente por moda, por tendências, por poder falar através de suas bolsas, seus sapatos e poder colocar um pouquinho de consciência dentro da cabecinha das mulheres mais lindas que existem, cada uma de nós, com nossos cabelos lisos, crespos, nossas sardas, nossos corpões, gordinhas, magrinhas, nossa cor, nossa raça, nossos olhos castanhos, azuis, verdes, cor de mel, nossas unhas grandes, nossas unhas pequenas, nossas rasteirinhas e nossos saltos 18 cm, nossa bolsa Chanel ou a nossa bolsa ali, da 25 de março. Somos lindas, cada qual nas suas peculiaridades! Por nós, vou continuar, embora não garanto jamais tropeçar, me entristecer com resultados, mas prometo para mim mesma que desistir não estará mais nos meus planos. Desculpe-me a ausência, desculpe-me a petulância, mas quem não for capaz de me entender e me aceitar assim, como sou, não merece o meu esforço, nem minha retribuição e muitos menos o meu carinho.
As que estão sempre comigo, meu muito obrigada!
Obrigada pelos dias que se vão e pelos dias que virão e espero que juntas possamos estar fazendo aquilo que mais gostamos, nos surpreendendo. 


Olá queridos, tudo bem? Hoje eu vim dar segmento na #tag imagem pessoal, e eu achei um texto super interessante da Dani do blog Ricota não derrete. Vamos dar uma lida e refletir um pouco sobre moda e quem dita a moda para nós.

O Estilo e o Instinto



Se tem uma coisa com que eu não simpatizo são regras desnê. A gente precisa, nesse mundão de meu deus, de regras de convivência, claro. Precisa de normas de respeito, educação, de trânsito e até de crédito, mas não precisa delas pra vestir.

Prova boa disso é que todos os profissionais ligados a estilo pessoal que eu já vi-li-ouvi dão dicas, orientam e alertam pra que seus clientes criem uma percepção própria do que veste melhor neles em cada situação onde precisam escolher uma roupa. Não me lembro de ter visto um profiça que eu admire dizendo que baixinha não pode usar longo, que barra de calça é no peito do pé, que brilho de dia tá errado.

Porque se você gosta de longo, calça mais curta ou mais longa, de paetê ao meio-dia e procura um profissional pra te ajudar com isso, tá na cara que não faz isso querendo que ele te proíba de usar. Cagar Ditar regras pode ser o jeito mais fácil de fazer alguém vestir o que é "adequado" (mil aspas envolvendo essa palavra), mas é também a forma mais simples de nivelar - por baixo - o estilo de cada um e de tolhir qualquer risco de personalidade que possa aparecer na roupa que se usa.

A roupa que a gente escolhe todo dia tem, é claro que tem, meio mundo de influências externas. TV, internet, rua, revistas, vitrines, superego: tudo se amontoando na cabeça pra ajudar a definir o que a gente vai escolher quando abrir o guarda-roupa, mas eu penso que sempre há alguma porção de instinto nesse processo. Toda vez que você sai do banho, as referências se juntam à sua vontade própria pra definir qual vai ser o traje da vez e essa porção de liberdade é quem faz valer a pena escolher algum traje e não usar um uniforme logo de uma vez.

E ter um pouco de instinto que seja no vestir vale dez mil vezes mais que encontrar shape ideal, a cor da estação ou comprimento certeiro.
E aí pessoal, compartilharam da ideia da Dani? Eu amei o texto. 
Beijinhos.



Quem me dera, assim com um pouquinho de coragem poder mudar o que esta incomodando em minha vida. Poder olhar as pessoas nos olhos e também a mim. Me olhar e me sentir completa, sem pedaços quebrados pelo chão, sem sonhos pelas metades e sem medo do amanhã. Isso é tão avassalador, essa urgência de amar a si mesmo é o sentir mais belo da vida, essa busca por nós mesmos é o que no final das contas, da sentido a nossa existência. Essa experimentação do que é belo, do que é louco, do que é bobo, do que é pouco...Pouco demais para nós na busca por nós mesmos. Talvez, todas as manhãs algo esteja nos esperando, por mais insignificante que seja, esta lá esperando por nós. Como diz Charles Bukowski: "Não sei quanto às outras pessoas, mas quando me abaixo para colocar os sapatos de manhã, penso, Deus Todo-Poderoso, o que mais agora?"

O que mais...? 

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